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Não tenho um tom
Não tenho palavras
Não tenho acorde que
Me socorra agora
Tudo foi embora
Só tenho você

Havia um silêncio
Que mostrou os meus vícios
Me agarro contigo
Vem me socorra agora
Tudo foi embora
Só tenho você amor
Agora

E essa não é mais uma canção de amor
Não, não, não

Eu canto pra ti
Sei onde estou
Olhando pra mim posso saber
Que nada sou

Eu grito pra ti oh Deus
Vem me socorrer
Olhando pra mim posso saber
Que nada posso fazer




Domingo, dia 13 de novembro de 2011,
teremos nossa Feijoada!
Será realizada a partir das 12h, na Igreja Batista El Shadday.
Valor: 5 reais
Tá bom demais né galera ?
Esperamos você lá!





A história do jovem de 22 anos Sung-bong Choi tem emocionado muitas pessoas pelo mundo depois da sua apresentação na versão coreana do Got Talent. Abandonado pelos pais com 3 anos Choi viveu uma vida de inseto como ele mesmo diz, apanhou no orfanato, viveu nas ruas vendendo chicletes e bebidas e muitas vezes teve que dormir em escadas e banheiros públicos. Em um breve momento revela que chegou a ser “vendido”.

Como muitos Choi chegou desacreditado no palco do Korea's Got Talent, desacreditado inclusive até por ele mesmo,“Eu não sou bom cantor, mas gosto de cantar”, mas a descrença logo deu lugar a lagrimas e emoção.

Vejam o vídeo legendado:

Eis a letra da música que ele cantou: 

Nesta fantasia

Nesta fantasia eu vejo um mundo justo
Ali todos vivem em paz e em honestidade
O sonho das almas que são sempre livres
Como as nuvens que voam
Cheias de humanidade dentro da alma

Na fantasia eu vejo um mundo claro
Lá também a noite é menos escura
Eu sonho que as almas são sempre livres
Como nuvens que voam
Cheias de humanidade

Na fantasia existe um vento quente
Que sopra pela cidade como amigo
Eu sonho que as almas são sempre livres
Como nuvens que voam
Cheias de humanidade no fundo da alma


Um exemplo de amizade foi demonstrada em uma escola de Governador Valadares em Minas Gerais.

O estudante Arthur Gonçaves descobriu há dois meses que tinha um raro tipo de câncer, denominado “Sarcoma de Ewing”. Ele foi homenageado pelos colegas de classe, que rasparam a cabeça. O estudante Lucas Ataíde Avelino, 17 anos, idealizador do movimento revelou que o amigo ficou com as “pernas tremendo” ao descobrir que a maioria dos alunos da sala onde estuda tinha feito o gesto em solidariedade a ele.

Confira abaixo o vídeo da reportagem:

Na sequencia o vídeo da homenagem feita pelos alunos: